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  • 21/01/2015 11:33

    QUALIDADE DE VIDA

    Qual é o significado de "Qualidade de vida no trabalho"?

    Qualidade de vida no trabalho refere-se ao nível de felicidade ou insatisfação com a própria carreira. Diz-se que, aqueles que gostam das suas carreiras, têm uma alta qualidade de vida no trabalho, enquanto aqueles que são infelizes ou cujas necessidades não são preenchidas, de alguma forma, são considerados com uma baixa qualidade de vida no trabalho.

    Definição

    A qualidade de vida é definida como o nível de prazer na vida de uma pessoa. Em geral, ela é baseada em vários fatores. No mínimo, as necessidades básicas de uma pessoa devem ser atendidas para que elas tenham uma elevada qualidade de vida - elas devem estar saudáveis, ter o suficiente para comer e um lugar para morar. Uma vez que essas necessidades são atendidas, a qualidade de vida de uma pessoa é determinada pela sua própria personalidade, seus desejos e seu nível de realização pessoal. Uma pessoa com uma elevada qualidade de vida tende a se sentir como se todos os seus desejos e necessidades tivessem sido alcançados. Elas, normalmente, são felizes e em geral sentem-se como se sua vida fosse boa. Uma pessoa sem qualidade de vida é deficiente em uma ou várias áreas básicas de sua vida. Por exemplo, os doentes, aqueles que já não são capazes de cuidar de si mesmos ou fazer atividades que gostam por causa de restrições físicas, mentais ou financeiras são, frequentemente, considerados com baixa qualidade de vida.

     

    Aplicação ao local de trabalho

    A qualidade de vida no trabalho está especificamente relacionada ao nível de felicidade que deriva da carreira de uma pessoa. Cada pessoa tem necessidades diferentes quando se trata de suas carreiras e o nível da sua qualidade de vida no trabalho é determinado pelo atendimento dessas necessidades. Enquanto algumas pessoas podem se contentar com um simples emprego de salário mínimo, desde que ele ajude a pagar as contas, outras achariam tal trabalho muito tedioso ou com muito trabalho braçal, tornando-o altamente insatisfatório. Assim, os requisitos para ter uma alta "qualidade de vida no trabalho" variam de pessoa para pessoa. Independentemente de seus padrões, aqueles com uma alta qualidade de vida no trabalho, geralmente, fazem o suficiente para viver confortavelmente, consideram o seu trabalho interessante ou atraente e atingem um nível de satisfação pessoal ou o preenchimento dos trabalhos que eles fazem. Em outras palavras, os funcionários que normalmente estão satisfeitos com o seu trabalho, dizem ter uma alta qualidade de vida no trabalho, já aqueles que são infelizes ou insatisfeitos com o seu trabalho dizem ter uma baixa qualidade de vida.

     

    Requerimentos

    Embora os requisitos para uma elevada qualidade de vida no trabalho variem de pessoa para pessoa, alguns fatores são necessários para que todos possam ter uma alta qualidade de vida no trabalho. Esses fatores mínimos são o equivalente à saúde, alimentação e abrigo para a qualidade de vida padrão, no entanto, eles são mais específicos para carreiras ou empregos. Por exemplo, para ter uma elevada qualidade de vida no trabalho, uma pessoa tem de ser respeitada. Colegas e funcionários de alto nível devem tratá-la de forma justa e educada. O trabalho não deve causar qualquer desconforto físico ou angústia mental ao empregado. Ele deve sentir-se como se estivesse fazendo algo agradável ou pelo menos não desagradável. O trabalhador deve sentir que o salário pago é suficiente para o trabalho que ele está fazendo. Finalmente, ele deve se sentir valorizado ou apreciado, como se estivesse fazendo algo de importância para a empresa.

     

    Alcançando uma maior qualidade de vida no trabalho

    Para alcançar uma alta qualidade de vida no trabalho, é essencial escolher uma atividade que atenda as suas necessidades. Primeiro, você deve determinar quais são essas necessidades. Se você quer um trabalho que envolva a sua mente e te desafie, é importante entender isso com antecedência, para que você possa conquistar as qualificações que lhe permitirão obter tal cargo. É útil se você escolher um trabalho no qual você está interessado. Você precisa considerar quais são os seus interesses e descobrir trabalhos que os atendam. Faça uma lista de coisas que você está procurando em um emprego e fale com um conselheiro de carreira ou visite feiras profissionais para determinar quais tarefas são mais propensas a atender a essas necessidades. Finalmente, preste atenção à sua interação com os empregados existentes quando você vai para entrevistas, a forma como você é tratado por seu chefe e colegas de trabalho terá um tremendo impacto sobre a qualidade de vida no trabalho. Você vai querer garantir que o ambiente do negócio se encaixa ao seu próprio nível de conforto.

     

    Lidando com uma baixa qualidade de vida no trabalho

    Infelizmente, apesar dos seus esforços, algumas pessoas encontram-se com uma baixa qualidade de vida no trabalho. Elas podem ser forçadas a aceitar um emprego que não gostam por conta de circunstâncias pessoais ou financeiras, tais como a falta de opções, edução ou qualificações. Para aqueles com uma baixa qualidade de vida no trabalho que não são capazes ou não querem mudar de emprego, é importante lidar com a situação de forma eficaz. Funcionários insatisfeitos podem tentar melhorar sua qualidade de vida no trabalho, optando por focar os componentes positivos dos seus trabalhos. Uma mudança de mentalidade para se concentrar nos benefícios, mesmo que eles sejam mínimos, pode melhorar a qualidade de vida no trabalho. Os empregados insatisfeitos também podem explorar as oportunidades para falar com seus colegas de trabalho e com a gerência, para eliminar os fatores que reduzem a qualidade de sua vida no trabalho, caso seja possível, dependendo da situação do emprego.


    POR: INSTITUTO ABQV

     

  • 06/06/2014 08:41

    MAIS UM POUQUINHO SOBRE ANSIEDADE...

    Viva uma vida livre dos sintomas da ansiedade com essas dicas.

     

     

    Essa inquietação interior é uma epidemia. Uma em cada quatro pessoas
    chega a esse extremo e tem ataques de ansiedade e ataques de pânico. 
     

    Falta de sono, pressa exagerada para resolver os problemas, medo de uma
    situação que ainda está por acontecer...

    Quando essas incômodas
    sensações começam a fazer seu coração disparar, é hora de
    controlá-las ou mesmo procurar ajuda de um profissional.


    Aqui vão 23 dicas que achei interessante compartilhar. 

    1- Cada vez que você perceber que vai fantasiar um desfecho
    catastrófico para alguma situação, escreva em um papel o que está
    prevendo. Depois, escreva ao lado, no mesmo papel, o que realmente
    aconteceu para poder comparar. Com o tempo, irá reunir casos que mostram o
    quanto você sofreu por antecipação.

    2- Inspire profundamente e jogue o ar para o abdome. Repita várias
    vezes, se possível de olhos fechados. Isso diminui as reações que o
    cérebro desencadeia ao identificar uma situação de perigo.

    3- Aprimore seu filtro de pensamentos. Não gaste suas energias e seu
    tempo com coisas que não mereçam, de fato, a sua preocupação.

    4- Pare de reclamar de prazos apertados. No geral, não dá para
    alterá-los e as queixas consomem um tempo que poderia ser gasto para
    resolver o problema.

    5- Vença seus medos se expondo gradualmente a eles e pare de evitar
    situações que são necessárias embora você as considere desconfortável.

    6- Antes de experimentar alguma situação, você tem sempre duas
    possibilidades: sim e não. Quando você evita logo de cara, passa a ter
    apenas o não como possibilidade. Enfrente as situações.

    7- Coma castanha-do-pará. A semente melhora a transmissão dos impulsos
    nervosos do cérebro.

    8- Faça um exercício leve que dê prazer, como uma caminhada. Com a
    liberação de endorfina, fica mais fácil surgirem soluções e os
    pensamentos tornam-se mais variados.

    9- Olhe para trás e veja se você deixou de lado alguma atividade que
    proporcionava prazer, como um grupo de teatro, um curso de canto ou o time
    de vôlei. Tente retomar.

    10- Inclua você em sua agenda. Raras pessoas fazem pausas durante o
    horário de trabalho. Com a dedicação intensa você passa a se envolver
    com tantos problemas que isso gera estresse, um fator externo de ansiedade.

    11- Em cada refeição procure unir uma verdura crua, um alimento
    verde-escuro e uma fruta amarela. Por sua consistência mais dura, exigem
    um número maior de mastigações, ajudando a dissipar a ansiedade.

    12- Direcione suas energias para a solução e não aos problemas. Em vez
    de ficar ansioso(a) diante de um projeto importante que você tem que
    apresentar, ou de questionar sua capacidade, concentre todas as suas
    energias para fazer o melhor projeto possível.

    13- Combata o perfeccionismo. Quando você estabelece o perfeito como
    meta, só vale o recorde mundial. Determine sempre submetas e assim ficará
    mais fácil atingi-las.

    14- Pratique técnicas de relaxamento rotineiramente. Primeiro contraia
    cada um dos seus músculos para depois relaxá-los.

    15- Quando você está pessimista diante de um acontecimento, encare o
    insucesso como uma forma de aprendizado e não uma catástrofe.

    16- Coma chocolate. Como auxiliam na liberação de serotonina, o
    hormônio do prazer, no sistema nervoso, a pessoa passa a ter a sensação
    de conforto e bem-estar meia hora ou 40 minutos após o consumo. Mas evite
    exageros para não engordar.

    17- Se está ansiosa com alguma coisa que vai mesmo acontecer, ensaie
    antes. Vivencie o fato sem clima de terror. Não sofra por
    antecedência.

    18- Responda a seguinte pergunta: o que você pode fazer para solucionar a
    causa da sua ansiedade hoje? Se descobrir que só será possível agir na
    próxima semana, relaxe e deixe para se preocupar depois.

    19- Para as pessoas que descontam a ansiedade na comida, uma boa saída é
    a combinação de cravo e canela. Salpicados sobre as frutas, chás e
    alimentos de baixas calorias, eles diminuem a compulsão alimentar além de
    melhorar bastante o sabor.

    20- Lembre-se de que 90% dos filmes mentais que ficamos desenvolvendo
    não acontecem. E os problemas que realmente se concretizam nem chegamos a imaginar.

    21- Os chás são aliados poderosos na batalha contra a ansiedade. O
    capim-cidreira tem um princípio ativo que acalma. Só o cheiro já ajuda a
    diminuir a tensão. Uma outra infusão menos popular é o chá de casca de
    mulungu, que diminui a ansiedade e ainda melhora a qualidade do sono.

    22- Procure uma academia e siga uma rotina de exercícios. A atividade
    regular ajuda a equilibrar o funcionamento do organismo.

    23- Procure a companhia de pessoas tranquilas e bem-humoradas. Ficar com
    outras pessoas ansiosas só vai alimentar seu desconforto.
     

    Certas pessoas, com a ajuda de amigos ou familiares, poderão sentir que são capazes de superar seus ataques de ansiedade, apenas realizando estes exercícios. Outras pessoas podem necessitar de uma orientação adicional vinda de um profissional da área de saúde mental.

    Se você desejar informações de como encontrar uma orientação de um profissional em sua comunidade, faça contato comigo.

    Abraços!!

    Patrícia Arruda

  • 05/06/2014 11:13

    A ANSIEDADE

    HOJE QUERO FALAR UM POUQUINHO SOBRE ANSIEDADE...

     

    Muitas pessoas tem dúvidas a respeito do que é ansiedade e do que não é ansiedade. Para entendermos melhor o que é a doença mental com maior incidência no mundo, é interessante passarmos às definições. Sem querer entrar nas diferenças entre as abordagens da psicologia, podemos dizer que a ansiedade é um estado ou condição de aflição e angústia, geralmente desconfortável.

    A causa é a projeção mental do futuro, ou seja, imaginamos o que vai acontecer, o que pode acontecer, o que deve e não deve acontecer. Existem duas saídas simples:

     

    1) Presentificar: atentar para o momento presente. Agradecer, de coração, pelo momento e curti-lo. Experimente gostos e cheiros, tensões e alívios, cores e texturas, gritos e assobios. 

    2) Corpo: conscientização do próprio corpo, pela dança, respiração, esportes, sexo, meditação,  pilates…

     

    Neste texto, vamos esclarecer o que é ansiedade e descrever, em detalhes, os 5 principais tipos. Estas definições são importantes para que possamos desfazer alguns mal-entendidos e incompreensões sobre o tema.

    No senso comum, as pessoas utilizam a palavra ansiedade como sinônimos para palavras que vão desde o medo, o temor até o nervosismo e a preocupação. Como facilmente encontramos na rua e no consultório este tipo de concepção, temos que deixar tudo mais claro e preciso.

    O que é ansiedade?

    Quando vamos estudar as obras de Freud, publicadas quase todas há mais de cem anos, encontramos o uso da palavra ansiedade. Entretanto, se formos ler em alemão, veremos que a palavra utilizada pelo pai da psicanálise é Angst, que, em minha opinião, seria melhor traduzida por angústia. Mas os editores traduziram para o inglês dessa forma e do inglês, tivemos as traduções em português.

    A palavra Angst tem os seguintes significados: medo, fobia, covardia, angústia. De forma que o uso popular da palavra angústia e da palavra ansiedade teriam este campo semântico. Para ficar mais bem definido, creio que é necessário distinguir entre o medo e a ansiedade.

    Segundo Beck, devemos fazer a diferença pelos critérios abaixo:

    “O medo é um estado neurofisiológico automático primitivo de alarme envolvendo a avaliação cognitiva de ameaça ou perigo iminente à segurança e integridade de um indivíduo”, enquanto que a ansiedade “é um sistema de resposta cognitiva, afetiva, fisiológica e comportamental complexo (isto é, modo de ameaça) que é ativado quando eventos ou circunstâncias são consideradas altamente aversivas porque são percebidas como eventos imprevisíveis, incontroláveis que poderiam potencialmente ameaçar os interesses vitais de um indivíduo”.

    Em outras palavras, o medo é uma resposta do organismo que é automática – e instintiva – contra um perigo iminente. Por exemplo, se alguém é assaltado com uma arma na cabeça, é natural que exista o medo de morrer naquele momento. A ansiedade, por sua vez, é entendida como um estado mais difuso e mais permanente na qual haveria uma possível ameaça (real ou imaginada) mas que não se concretiza como a pessoa que não sai de casa (agorafobia) pela possibilidade de ser assaltada. 

    Além do medo (que estaria no fundo da ansiedade), encontramos no estado ansioso outros fatores como “aversão, incerteza, desamparo, incapacidade de obter resultados desejados”.

    Os 5 Tipos de Ansiedade

    Apesar das definições acima serem úteis e descreverem já a diferença entre o medo e a ansiedade, ainda se faz necessário ir mais fundo e entender as diferenças entre grupos de pessoas que tem tipos de ansiedade diferentes.

    Afinal, uma pessoa que tem medo de ser contaminado por germes e lava a mão a cada cinco minutos possui um tipo de ansiedade muito diferente da pessoa que tem um transtorno do pânico (e sente que está tendo um infarte), assim como esta ansiedade é diferente da pessoa que tem fobia social e sente pavor ao falar em público.

    De acordo com o DSM-IV e com a psicologia cognitivo-comportamental existem 5 Tipos de Ansiedade:

    1) Transtorno do pânico (com ou sem agorafobia)

    Neste tipo de ansiedade, o indivíduo sente fortes sensações de que está para morrer, como se estivesse tendo um ataque do coração ou então, sente que está perdendo o controle, que está enlouquecendo ou perdendo a consciência. Após ter uma crise de pânico, um ciclo pode ser criado, com o medo de ter um novo ataque de pânico, uma ansiedade de ter uma nova crise de ansiedade.

    2) Transtorno de ansiedade generalizada

    O Transtorno de ansiedade generalizada ou simplesmente TAG não está tão ligado a sensações corporais específicas como no tipo anterior. No TAG, o estresse ou preocupações excessivas podem ser levantados como causas de pensamentos e sentimentos que eliciam a ansiedade. No fundo, o medo na ansiedade generalizada é de um final catastrófico para as preocupações ou situações que são sentidas como ameaças.

    3) Fobia social

    A fobia social (ou a ansiedade social) é um dos tipos de ansiedade mais comuns e a acontecem sempre em situações públicas, tendo por base a avaliação que os outros podem ter de um dado desempenho. Pode ser uma apresentação oral como em um reunião, palestra ou seminário ou pode ser em uma conversa informal. A pessoa com fobia social sente uma grande ansiedade em situações sociais, como se estivesse para ser avaliada negativamente, humilhada ou constrangida.

    4) Transtorno obsessivo-compulsivo

    O Transtorno obsessivo-compulsivo ou TOC, por sua vez, é considerado um outro tipo de ansiedade por trazer para a pessoa que sofre deste mal o medo de perder o controle ou ser responsável por algo terrível para si ou para os outros (culpa). O que elicia a ansiedade no TOC não é uma situação específica, mas pensamentos e sentimentos que são oriundos de “dentro”, ou seja, pensamentos e sentimentos que parecem vir de fora, são intrusivos, obsediantes – como se  houvesse um obsessor externo – e, com isso, a pessoa sente que não aguentará e sente-se constantemente ansiosa.

    5) Transtorno de estresse pós-traumático

    O Transtorno de estresse pós-traumático ou TEPT é causado por um trauma, por um evento terrível que realmente aconteceu na história do indivíduo. A ansiedade, então, advém de medo de pensamentos, lembranças ou sintomas relacionadas com a experiência traumática.

    Conclusão

    Como podemos ver, os 5 Tipos de Ansiedade são bastante diferentes uns dos outros. Uma pergunta que pode vir a surgir depois desta descrição é a respeito do tratamento.

    Bem, dependendo do tipo de ansiedade, o tratamento medicamentoso (com psiquiatras) pode ser o mais indicado para começar, enquanto que em outros casos, a psicoterapia – aliada ou não ao tratamento com remédios – será o mais indicado.

    Para quem não tem condições de buscar um tratamento, seja com o médico ou com o psicólogo, por não ter condições financeiras ou não ter profissionais de ambas as áreas em postos de saúde ou outras instituições, eu recomendo um excelente livro do criador da psicologia cognitiva, Aaron Beck, chamado “Vencendo a ansiedade e a preocupação”, da Editora Artmed. É um livro voltado diretamente para o paciente que sofre de ansiedade, para que ele possa entender melhor os seus sintomas, fazer autoavaliações e conseguir obter ajuda através de técnicas completas da psicologia cognitiva para ir superando as suas dificuldades.

    Claro que em muitos casos é totalmente imprescindível consultar o psicólogo e o médico, porém, tenho visto que este livro é um excelente aliado, também útil em casos em que as consultas não são possíveis.

     

    Observação: os estados de ansiedade ou angústia profunda devem ser levados ao conhecimento do seu psicólogo de confiança.

    Para saber mais: O poder do agora. Autor. Eckhart Tolle. Editora Sextante.

     

    Dúvidas, sugestões, comentários e críticas, por favor, entre em contato!

     

    *** A ansiedade no coração do homem o abate, mas uma boa palavra o alegra. ***

    ( Provérbios 12:25 )

  • 04/06/2014 11:13

    CURSOS ON LINE COM CERTIFICADO

    Se você deseja aprimorar seus conhecimentos em uma área específica, mas não tem tempo Confira a lista abaixo e escolha o que for mais adequado às suas necessidades.

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  • 26/05/2014 09:35

    É possível superar a depressão?

    Quero falar hoje um pouquinho desta doença que tem afetado milhões de pessoas em todo o mundo.

    Viver com depressão e/ou conviver com alguém que está deprimido não é fácil. A doença mental do século XXI é incapacitante, acabando por condicionar (às vezes de forma severa) o rendimento profissional e académico, as relações afetivas e, claro, o amor-próprio.

    Depressão é um termo que vem do latim de (baixar) e premere (pressionar), isto é, deprimere, que literalmente significa "pressão baixa".

    É relativamente recente, tendo sido introduzido no debate sobre a melancolia em contextos médicos somente no século XVIII, passando a ser mais utilizado pelos psicopatologistas no século XIX.

    A Depressão é um Transtorno Afetivo (ou do Humor), caracterizado por uma alteração psíquica e orgânica global, com consequentes alterações na maneira de valorizar a realidade e a vida.

    O Afeto é a parte de nosso psiquismo responsável pela maneira de sentir e perceber a realidade.

     

    Todos nós sentimos e passamos por altos e baixos no nosso humor. A tristeza é uma reação normal às situações de vida, tais como lutas, zangas, perdas, derrotas e decepções. Muitas pessoas usam a palavra “depressão” para explicar estes tipos de sentimentos, mas a depressão é muito mais do que tristeza. Algumas pessoas descrevem a depressão como “viver num buraco negro” ou ter um sentimento de desgraça constante. No entanto, algumas pessoas deprimidas não se sentem tristes por tudo, em vez disso, sentem-se sem significado na vida, como se a vida fosse vazia e apática.

    Seja qual for o sintoma, a depressão é diferente da tristeza normal ou da simples desmotivação, na medida em que anula o seu dia-a-dia, interferindo com a sua capacidade de trabalhar, estudar, comer, dormir e divertir-se. Os sentimentos de desamparo, desesperança, inutilidade são intensos e implacáveis, com pouco ou nenhuma alívio.

     

    A Depressão é uma das doenças psiquiátricas mais frequentes. Uma em cada quatro mulheres e um em cada dez homens, podem vir a ter crises depressivas durante a vida desde a juventude até à terceira idade.

     

    Como se desenvolve a depresão?

    Na depressão como doença (transtorno depressivo), nem sempre é possível haver clareza sobre quais acontecimentos da vida levaram a pessoa a ficar deprimida, diferentemente das reações depressivas normais e das reações de ajustamento depressivo, nas quais é possível localizar o evento desencadeador.

    As causas de depressão são múltiplas, de maneira que somadas podem iniciar a doença. Deve-se a questões constitucionais da pessoa, com fatores genéticos e neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) somados a fatores ambientais, sociais e psicológicos, como:

    Estresse ,      Estilo de vida , Acontecimentos vitais, tais como crises e separações conjugais, morte na família, climatério, crise da meia-idade, entre outros.

     

    Sintomas

     

    Tratamento: incluem os anti depressivos e as psicoterapias

    Psicoterapias

    A psicoterapia tenta elucidar as causas cognitivas.

    Na intervenção psicológica, tal como num tratamento dentário sério, as mudanças desejadas podem levar algum tempo.

     

    Um psicólogo experiente não pode prometer milagres, nem sequer mudanças rápidas. Mas pode construir com o paciente uma aliança terapêutica que lhes permita olhar para as dificuldades com a profundidade necessária para que as mudanças ocorram.

    • Terapia analítica ou psicanalítica 
    Com objetivo de superar dificuldades e bloqueios que levam a depressão, um espaço favorável ao crescimento pessoal e ao conhecimento de si próprio.

    • Terapêutica comportamental
    Tem por objetivo colocar em evidência hábitos, comportamentos e pensamentos que possam favorecer o aparecimento de sintomas depressivos e procura convencer o deprimido a modificar o decurso dos acontecimentos, de forma a superar as suas próprias dificuldades.

    • Terapia cognitiva
    Ajuda a examinar os pensamentos e a visão da realidade e tem por objetivo modificar os pensamentos pessimistas. Procura ensinar o paciente a identificar eventuais visões distorcidas da realidade, a modificar crenças sobre si e sobre outros, aprender a mudar de postura e a ser mais proativo na resolução de problemas.

    • Terapêutica interpessoal
    Enquadra a modalidade de relação com os outros. É uma terapia de grupo que ajuda os doentes a compreenderem que não estão sós e que se podem ajudar mutuamente, encorajando-se entre si e discutindo os seus próprios problemas.

    Dicas para ajudar a cura

    • Viva a depressão sem tentar afastá-la
    • Procure relaxar, meditar ou orar
    • Faça exercício físico diário
    • Procure ter um sono ideal
    • Evite atividades excitantes
    • Exposição à luz solar do início da manhã ou final da tarde
    • Busca de atividades profissionais, desportivas, encontros e reuniões que constituem momentos de prazer
    • Investir em lazer nos finais de semana, férias, etc. saindo da rotina casa , trabalho
    • Procure um estilo de vida saudável alimentação, etc.

    Sinais de cura

    • Apto a viver a solidão
    • Pronto a arriscar
    • Não há procura de apoios ou garantias e há espaço para a vontade própria
    • Aceitação de imprevistos
    • Mudança na relação com a alimentação

    Reinventar-se a cada dia, ter um gesto de aventura, ser espontâneo e autêntico é o caminho para a cura.

    Fonte: https://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?102

  • 23/05/2014 09:57

    Psicopatia , o que é isso?

    A psicopatia é uma desordem de personalidade cuja característica principal é a falta de empatia. O psicopata é aquela pessoa que tem psicopatia. Robert Hare, um pesquisador do campo da psicopatia, define o psicopata como “um predador que usa charme, manipulação, intimidação, sexo e violência para controlar outros e satisfazer suas próprias necessidades egoístas. Com falta de consciência e empatia, o psicopata pega o que quer e faz o que tem vontade, violando normas sociais sem culpa o remorso”.

     

     

     

    Psicopata

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Psicopata é a designação atribuída para um indivíduo portador de uma desordem de personalidade, caracterizada em parte por um comportamento antissocial recorrente ou por uma diminuição da capacidade de empatia/remorso e baixo controle comportamental ou, por outro, pela pertença de uma atitude de dominância desmedida.

    Na Classificação Internacional de Doenças, este transtorno é denominado por Transtorno de Personalidade Dissocial (Código: F60.2). Na população em geral, as taxas dos transtornos de personalidade podem variar de 0,5% a 3%, subindo para 45-66% entre presidiários.

     

     

    Transtorno de personalidade caracterizado pelo sentimento de desprezo por obrigações sociais ou falta de empatia para com os outros. Há um desvio considerável entre o comportamento e as normas sociais estabelecidas. O comportamento não é facilmente modificado pelas experiências adversas, inclusive pelas punições. Existe uma baixa tolerância à frustração e um baixo limiar de descarga da agressividade, inclusive da violência. Existe uma tendência a culpar os outros ou a fornecer racionalizações plausíveis para explicar um comportamento que leva o sujeito a entrar em conflito com a sociedade.

     

     

     

    Embora popularmente a psicopatia seja conhecida como tal, ou como "sociopatia", cientificamente, a doença é denominada como sinônimo do diagnóstico do transtorno de personalidade antissocial.

    A psicopatia parece estar relacionada a algumas importantes disfunções cerebrais, sendo importante considerar que um só único fator não é totalmente esclarecedor para causar o distúrbio; parece haver uma junção de componentes. Embora alguns indivíduos com psicopatia mais branda não tenham tido um histórico traumático, o transtorno - principalmente nos casos mais graves, tais como sádicos e serial killers - parece estar associado à mistura de três principais fatores: disfunções cerebrais/biológicas ou traumas neurológicos, predisposição genética e traumas sócio psicológicos na infância (ex, abuso emocional, sexual, físico, negligência, violência, conflitos e separação dos pais etc.). Todo indivíduo antissocial possui, no mínimo, um desses componentes no histórico de sua vida. Entretanto, nem toda pessoa que sofreu algum tipo de abuso ou perda na infância tornar-se-á um psicopata sem ter uma certa influência genética ou distúrbio cerebral; assim como é inadmissível afirmar que todo indivíduo com pré disposição genética se tornará psicopata apenas por essa característica. Portanto, a junção dos três fatores torna-se essencial; há de se considerar desde a genética, traumas psicológicos e disfunções no cérebro (especialmente no lobo frontal e sistema límbico).

    O psicólogo português Armindo Freitas-Magalhães é o autor do projeto científico pioneiro "Psicopatia e Emoções em Portugal" (2010)3 com o objectivo de compreender os processos cerebrais envolvidos nas reações neuropsicofisiológicas da expressão facial da emoção, conhecer a razão pela qual o padrão de emocionalidade negativa é recorrente na psicopatia, se há diferenças de género e idade e procurar os motivos orgânicos e ambientais envolvidos e estabelecer um padrão que permita o tratamento e a profilaxia do crime. Para verificar e analisar o cérebro dos psicopatas e a relação correspondente à expressão facial, será utilizada a imagiologia de ressonância magnética funcional (fMRI), a psicometria neurofuncional e as plataformas informáticas que estimulam os sistemas cerebrais, particularmente o límbico.

    De maneira geral, nos homens, o transtorno tende a ser mais evidente antes dos 15 anos de idade, e nas mulheres pode passar despercebido por muito tempo, principalmente porque as mulheres psicopatas parecem ser mais discretas e menos impulsivas que os homens 4 , e por se tratar de um transtorno de personalidade, o distúrbio tem eclosão evidente no final da adolescência ou começo da idade adulta, por volta dos 18 anos e geralmente acompanha por toda a vida.

     

    Quer maiores informações ? Entre em contato através de e-mail ou telefone.

    projetohumanus@outlook.com / 21 99893-2886 

    Patrícia Arruda

    Psicóloga Clínica - CRP : 05/46568

  • 23/05/2014 07:43

    Decida ser feliz!

    Bom Dia!!!! Que hoje possamos decidir ser feliz , mesmo diante das dificuldades da vida. Que possamos olhar para a flor que desabrocha e exala seu perfume, o pássaro que voa livre, solto e cuida do seu filhote, o sol que nasce toda manhã para nos aquecer e que a tardinha se põe para dar lugar a lua tão linda que ilumina a nossa noite junto com as estrelas. Que hoje possamos agradecer a Deus por esta natureza tão maravilhosa que Ele criou para tornar nosso dia mais bonito, nos alegrar e abençoar. 

    By Patrícia Arruda

  • 04/04/2014 14:33

    OS HOMENS MAIS INFLUENTES DA HUMANIDADE

    Gosto muito de ler biografias de homens que influenciaram a história da humanidade, e em um destes dias bisbilhotando na internet encontrei um post falando do Livro “As 100 maiores personalidades da história” o livro é de autoria do astrofísico e jurista norte-americano Michael H. Hart,   e já vendeu mais de 500.000 cópias e foi traduzido em 15 línguas.

    Já li a biografia de Jesus Cristo, Moisés, Galileu Galilei, Aristóteles, Sócrates, , Platão, Confuccio, Freud, Carl Gustav Jung , Paulo de Tarso, Lutero, entre outros...

    Segundo o autor, dentre os primeiros 20 encontram-se 9 cientistas (contando Aristóteles entre estes), 2 inventores (papel e tipografia de tipos móveis) e 1 explorador (descobridor da América). Há 7 líderes religiosos e apenas dois líderes civis. A religião dominante é o Cristianismo.

    Na listagem o que mais surpreendeu os leitores foi a primeira pessoa. O autor decidiu posicionar Maomé antes de Jesus Cristo e Moisés mesmo se for considerado que o islamismo não é a maior religião do mundo, sendo uma crença de área muito distante da pátria do autor. Hart justifica essa escolha ao fato de Maomé ter tido sucesso nos campos da religião e da política.

     

    Dentre os 20 primeiros o autor destacou:

    pos.

    nome

    influência

    1

    Maomé

    islamismo, política

    2

    Isaac Newton

    ciências (leis do movimento, ótica, cálculo integral etc.)

    3

    Jesus

    cristianismo

    4

    Buda

    budismo

    5

    Confúcio

    confucionismo, filosofia

    6

    Paulo de Tarso

    difusor do cristianismo

    7

    Ts'ai Lun

    invenção do papel

    8

    Johannes Gutenberg

    desenvolvimento de tipos móveis e a prensa de impressão

    9

    Cristóvão Colombo

    descoberta da América, "que marca início da exploração e colonização do Novo Mundo"

    10

    Albert Einstein

    física moderna (teoria especial da relatividade, teoria geral da relatividade etc.)

    11

    Louis Pasteur

    medicina

    12

    Galileu Galilei

    ciências (desenvolvimento do método científico, expressão de experimentos em fórmulas matemáticas, lei da inércia etc.)

    13

    Aristóteles

    ciências, filosofia, lógica etc.

    14

    Euclides

    matemática, Os Elementos

    15

    Moisés

    religião judaica, suposto autor da Torá e suposto líder do Êxodo do Egito

    16

    Charles Darwin

    ciências (teoria da evolução, entre outras)

    17

    Shih Huang Ti

    imperador e unificador da China

    18

    César Augusto

    1º imperador e fundador do Império Romano

    19

    Nicolau Copérnico

    "pai da astronomia moderna"

    20

    Antoine Lavoisier

    química, física

     

    Hoje, quero falar um pouquinho sobre 03 destes que influenciaram a história da humanidade, e é claro, da psicologia.

     

     

    Jesus

     
     
     

    Claro, é a figura central do cristianismo e é considerado pelos religiosos um ícone sagrado, foi enviado ao mundo por Deus para salvar a humanidade. Mesmo depois de sua morte, Jesus tem forte influência religiosa nos tempos de hoje, tanto é considerado uma figura sagrada por bilhões de pessoas.

     

    Alexandre, o Grande, Carlos Magno (chamado de “Magno” mesmo enquanto vivia), e Napoleão Bonaparte foram poderosos governantes. Por sua impressionante presença, eles exerciam grande influência sobre aqueles a quem comandavam. Todavia, relata-se que Napoleão disse: “Jesus Cristo tem influenciado e comandado Seus súditos sem Sua presença corporal visível.” 
     

    Então, Jesus, com certeza é realmente importante!

     

    Um dos maiores motivos que me levaram a estudar psicologia foi sem dúvida alguma a vida e os ensinamentos deste homem, e não estou aqui querendo falar de religião, mas Jesus me influencia e me inspira com sua sabedoria e seus ensinamentos. Li O livro: JESUS, O MAIOR PSICÓLOGO QUE JÁ EXISTIU, o autor Mark W. Baker faz uma abordagem original da relação entre ciência e religião, ligando os principais ensinamentos de Jesus às descobertas recentes da psicologia. O americano Mark Baker é PhD em psicologia clínica e mestre em teologia, no seu livro ele demonstra por que a mensagem de Cristo é perfeitamente compatível com os princípios da psicologia: “ela contém a chave da saúde emocional, do bem-estar e do crescimento pessoal”. Neste livro Bajker mostra que, seja qual for a nossa crença religiosa ou filosofia de vida, todos podemos nos beneficiar da sabedoria daquele que, como diz o autor, foi o maior psicólogo de todos os tempos.

     

    Livro em PDF: jesus-o-maior-psicologo-que-ja-existiu.pdf (332010)

    Sigmund Freud



    Quando alguém pensa em psicologia, pensa em  Sigmund Freud. Ele foi a pessoa que criou e implementou vários métodos de psicanálise.

    Médico e defensor de uma interpretação aberta para tornar possível a compreensão dos fenômenos psíquicos, publicou seu primeiro livro em colaboração com Joseph Breuer, “Estudos sobre a histeria”, a partir de um caso clínico concreto.

    Para Freud a psique é uma estrutura de significado, antes de ser uma entidade física. Ela tem a ver com processos simbólicos e, logo, pede interpretações.

    É assim que Freud interpreta os sonhos, relacionando-os com nossos desejos. Estes, são disfarces da sexualidade do sonhador.

    No livro Interpretação dos Sonhos, Freud explica de que forma os impulsos sexuais são deslocados, criando  os disfarces que muitas vezes tornam os sonhos incompreensíveis, num processo de imaginação desenfreada.

    Freud destaca igualmente o papel relevante das repressões como estímulos para a produção de sonhos. Elas (tensões e recalques) são assumidas inconscientemente pela psique, explodindo simbolicamente enquanto a pessoa dorme. Nesse aspecto, são relevantes os traumas sexuais, que influenciam a vida pessoal e familiar mesmo na vida prática, como os complexos de Édipo e de Eletra (Fonte: 50 Pensadores Contemporâneos Essenciais, de John Lechte. Rio Ed DIFEL, 2002)



    Aristóteles

     

     

    Aristóteles de Estagira, 384 a.C. – 322 a.C. filósofo grego, um dos maiores pensadores de todos os tempos. Suas reflexões filosóficas – por um lado originais e por outro reformuladoras da tradição grega – acabaram por configurar um modo de pensar que se estenderia por séculos. Prestou inigualáveis contribuições para o pensamento humano, destacando-se: ética, política, física, metafísica, lógica, psicologia, poesia, retórica, zoologia, biologia, história natural e outras áreas de conhecimento. É considerado por muitos o filósofo que mais influenciou o pensamento ocidental. Por ter estudado uma variada gama de assuntos, e também por ter sido um discípulo que em muito sentidos ultrapassou seu mestre, Platão, Aristóteles é conhecido também como o Filósofo.

     

     

    Acho que todos deveriam conhecer um pouquinho de cada uma destas personalidades citadas no livro de Michael H. Hart, não levando em consideração a ordem de importância dada a estas personalidades, mais sim, a participação que estas pessoas tiveram na construção da cidadania, na formação moral, religiosa e intelectual da humanidade.

     

     

    Bom, por hoje é só!

    Espero que tenham gostado do post.

    Boa Tarde!!!!!  

    By Patrícia Arruda

    CRP  05/46568

  • 02/04/2014 11:32

    Como anda sua Auto-Estima?

     

    Estava aqui pensando sobre a importância da auto-estima em nossa vida, você alguma vez já parou para pensar sobre isso?

    Auto –Estima  - Quem não tem, não chega a lugar algum.

    Então vamos falar um pouquinho sobre isso!!!!

    O que é auto-estima?

    É o julgamento que você faz de si mesmo. É autoconfiança, auto-respeito e auto aceitação.

    É a auto-estima que determina se você é capaz de dominar os problemas do dia a dia, como também determina sua capacidade de se respeitar e fazer valer os seus direitos e suas necessidades .

    Auto-estima é se sentir confiante e adequado. É se sentir competente e merecedor .

    Não ter auto-estima é se sentir inadequado, se sentir errado diante das pessoas e da vida. É considerar que não será capaz, não será competente.  É o sentimento de ser errado como ser humano.

    Pergunte pra uma pessoa o que ela pensa sobre si mesma?

    Ou mesmo peça para listar apenas 05 de suas qualidades?

    Fiz esta pergunta para algumas pessoas que conheço e simplesmente elas ficaram paralisadas olhando pra mim e em seguida falaram:  “ Ah , é difícil falar das minhas qualidades...”

     

    Você sabe as consequências da auto-estima rebaixada?

    A consequência a médio e longo prazo poderá ser a instalação de um processo depressivo.

    Os relacionamentos de forma geral são influenciados pela auto-estima, o relacionamento com seu marido ou namorado  não permitirá que você mostre, por exemplo, o quanto é importante fazer aquele programa que você está querendo, ou deixar de fazer aquele programa ele está querendo mas que você não quer.

    Quem não tem auto-estima se deixa levar pela vontade dos outros, pois a falta de amor próprio  demonstra uma imagem de  desmerecimento, uma pessoa que não merece ser gostada nem respeitada.

    Ou seja, a auto-estima pode determinar o seu fracasso ou sucesso como pessoa.

    Avaliar sua auto-estima é a dica pra você se conhecer melhor  e saber como está o seu relacionamento com as outras pessoas.

    Auto estima x Transtornos emocionais

    Encontramos questões referentes à auto-estima em toda dificuldade emocional. Se você pensar em cada transtorno emocional, depressão, ansiedade , síndrome do pânico , você verá em cada um destes transtornos a auto estima rebaixada. A falta de auto estima está evolvida na maioria das dificuldades emocionais.

    O depressivo não gosta de si, da sua vida, não considera que haja algo de tão bom em si mesmo que lhe dê alegria para viver, ou seja, a auto estima está rebaixada.

    Abuso de álcool , suicídio , violência, em cada um desses quadros percebemos auto-estima negativa envolvida.

    Uma boa auto estima é extremamente importante para você ter uma vida satisfatória, legal, gostosa de ser vivida.

    A auto estima nasce com a pessoa?

    Não, ela começa a ser construída na infância. Como? Quanto mais você foi respeitado, amado, valorizado, encorajado a realizar atividades diversas, mais probabilidade  terá de ter construído uma boa auto-estima.

    Você deve estar pensando: "Ahhh entendi porque não tenho auto-estima, a culpa foi dos meus pais que só me cobraram, me julgaram, não acreditaram em mim, e por isso eu sou o que sou, é por isso que tudo dá errado na minha vida, eu não tenho auto-estima porque meus pais não me ajudaram a ter uma".

    Você pode estar certo em parte, os pais podem influenciar, mas você não precisa estacionar, sempre é possível realizar  mudanças em você mesmo. Não é certo pensar que está condenado a viver assim para o resto da  vida. Agora você é adulto, e agora é com você. É possível mudar todo esse quadro de sentimentos de auto-rebaixamento se trabalhar consciente e intencionalmente para isso. Se não conseguir sozinho, conte com um psicologo.

    Quando criança sua auto-estima podia ser alimentada ou destruída pelos adultos. Mas você está se construindo a cada dia, e agora a definição está em sua mão. Se ninguém pode respirar por você, também não pode pensar por você. Sua cabeça depende dos pensamentos que você tem hoje, mesmo que idéias de auto-desvalorização tenham entrado em sua mente você pode retira-las. Se não está conseguindo sozinho, procure ajuda. Para isso existe o psicólogo , para ser a sua força extra nessa jornada. Uma vez alguém disse "se você já leu dois livros de auto-ajuda e continua igual, então está na hora de procurar um psicólogo".

     

    Então como começar a cultivar a auto-estima?


    Escrever "Eu gosto de mim e aceito-me como sou" num papel e andar sempre com ele. Repita esta frase várias vezes durante o dia, especialmente antes de dormir e ao acordar. Sempre que repetir esta afirmação, vai sentir mais confiança em si próprio.

    Relacionar-se com pessoas positivas e compreensivas. Se estiver rodeado de pessoas negativas que estão sempre a criticar as suas ideias, a sua auto-estima será baixa. Por outro lado, se for encorajado, sentir-se-á melhor consigo e é mais provável que a sua auto-estima aumente.

    Fazer uma lista de sucessos passados. Não enumere só as grandes vitórias mas também as suas conquistas mais pequenas como aprender a andar de skate, acabar a faculdade, receber um prémio ou uma promoção, entre outras. Leia a lista várias vezes. Enquanto a estiver a ler, feche os olhos e tente sentir a satisfação do momento em que viveu essas vitórias.

    Não se comparar com os outros. Haverá sempre alguém melhor. Se estiver sempre a comparar-se com os outros, vai encontrar vários "oponentes" que não conseguirá vencer.

    Não se menosprezar. Não irá conseguir melhorar a sua auto-estima se estiver sempre a repetir frases negativas sobre si próprio e as suas capacidades.

    Fazer uma lista de qualidades positivas. É honesto, amigo, criativo, compreensivo? Seja generoso consigo e escreva pelo menos dez qualidades positivas. Leia esta lista várias vezes. Muitas pessoas só pensam nos seus defeitos Comece a focar-se nas suas qualidades e tire o máximo proveito das mesmas.

    By Patrícia Arruda

    CRP 05/46568

  • 02/04/2014 10:51

    Como melhorar a imagem pessoal?

                    Passar boa impressão significa transmitir uma imagem positiva sobre si, aquilo que a pessoa tem de melhor. Para isso acontecer, é importante prestar atenção:

     

    • Busque se conhecer: Olhe para o espelho e se enxergue como você realmente é. Ao fazer essa autoanálise você terá a noção exata do que fica bem para você, além de conseguir fazer escolhas mais assertivas.
    • Analise se a sua imagem pessoal corresponde com o seu conhecimento: A relação entre embalagem e conteúdo deve ser equilibrada. Você não pode, nem deve, vender uma imagem do que não é, porque assim não conquistará credibilidade junto aos outros.
    •  Esteja aberto a mudanças : Imagem não é algo estático, precisa ser adaptada o tempo todo, seguindo as mudanças que acontecem em sua vida: em casa, no trabalho, nos objetivos profissionais e pessoais, etc. Tudo isso demanda mudança na sua imagem pessoal.
    • Vestimenta: você deve avaliar se sua roupa está de acordo com o que deseja passar e com o lugar que frequenta. Por exemplo, se seu trabalho é formal, você deve estar de acordo, inclusive em festas e eventos da empresa. Em momentos de lazer, você pode usar roupas mais informais. Onde quer que esteja, lembre-se que as pessoas estarão te avaliando. Tome cuidado para não parecer desleixado, descuidado ou provocativo.
    • Postura corporal: se você ficar retraído, corcunda, se encolhendo, demonstrará insegurança e medo. É interessante se endireitar de forma ereta, alinhando o seu corpo.
    • Ritmo de conversa e tom de voz: é importante equilíbrio na conversa. Caso apenas você fale, poderá ser cansativo para a outra pessoa “só ouvir”. Também se você não opinar e não interagir, a pessoa se sentirá sozinha na conversa… também fique atento com o tom de voz, nem muito alto e nem muito baixo.
    • Assuntos abordados: se fizer fofoca, parecer invejoso falando só mal dos outros, ou tocar apenas em assuntos negativos, as pessoas terão um olhar que você é alguém “pesado” de se conviver, o que não é interessante. É interessante se mostrar positivo, sorridente, alguém que possa ser agradável e “gostoso de bater um papo”.
    • Seja humilde e ao mesmo tempo confiante, sem parecer arrogante – pessoas prepotentes são inconvenientes e de alguma forma agressivas, gerando mal estar em quem estiver perto. Ser simpático e educado é fundamental para atrair pessoas bacanas ao seu lado.

    Lembre-se, quem valoriza a ética e a moral inspira confiança, faz com que os outros queiram a sua companhia. Avalie sua imagem e sua postura com as pessoas e a vida. Pense: Como você acha que as pessoas te enxergam? Como gostaria que elas te olhassem? Como realmente tem se apresentado para as pessoas?

    Muitas vezes a pessoa não percebe que ela passa uma imagem completamente diferente do que ela imagina, gerando problemas no trabalho e na vida pessoal. Caso esteja ocorrendo situações em que você se sinta “atacado por todos os lados”, é interessante repensar se não há algo que tenha que refletir sobre sua própria pessoa. O psicólogo pode ajudar nessa reavaliação e superação.

    Respeite o seu jeito de ser, sem esquecer que as pessoas formam uma opinião (imagem) ao seu respeito.

    OBS: não esquecer dos cuidados pessoais como higiene, aparência dos cabelos, dentes, pele, …

    By Patrícia Arruda

    CRP  05/46568

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